domingo, 8 de novembro de 2009

O Segredo do Peido.....


O peido,é o resultado do maior esforço que a natureza fez,para ver se o cu falava................
( kkkkkkkkkkkk)

O Ganso era Cego............


Estou sentado,e sentado fico a pensar,porque me encontro nesta posição!
Tudo isto não faz sentido,sinto o meu cérebro vazio,sinto-me flutuar como uma simples e delicada penugem,vinda de um pequeno ganso.
Ganso esse que voou por cima de mim sem me ver,que viveu a meu lado sem perceber que existia,sem me dar a atenção que eu merecia!
Só agora entendi! O Cabrão do ganso era cego!.........................
(Pedro Castro - 23/11/1999)

Warszawa Vodka.




(As minhas 3 vodka preferidas,78volt. kkkkkk)
Preciso de escrever,mas sinceramente não sei o quê!!!
Estou bêbado,já vou com garrafa e meia de vodka,e ainda agora são 13.30,e já estou assim!
Não me sinto,sonho com o absintho.
O álcool está a matar-me,sei isso e pressinto-o,dia após dia,já não sou o mesmo,mudei!
Talves tenha mudado para pior,mas aqui sinto-me feliz!!!
Estou a ver televisão,não entendo nada,mas ao mesmo tempo consigo perceber aquilo que não entendo,ou seja.............................. Eu próprio.
(Pedro Castro,Poland - 28/09/1991)


Encontrei o Paraíso.


Toda a minha vida sonhei com um lugar como este,quem me dera poder viver aqui para sempre,junto com a natureza.
Aqui tudo é natural,o canto das aves,das cigarras,dos grilos,o uivo dos lobos a noite,até as nossas próprias drogas são naturais,nunca vi tanto cogumelo magico.
Ver as abelhas transportando o polêm para as suas colmeias,andar,andar e só ver floresta,isto é o paraíso,as suas raízes,o ar que respiramos,isto é vida,isto é lindo.
Aqui andamos descalços,pois não sinto os pés no asfalto,porque aqui não existe asfalto,todos os caminhos são feitos de areia,andamos andamos e só vimos natureza bela e livre.
Aqui não existe telefones,muito menos luz eléctrica,tudo se baseia no fogo,tanto para cozinharmos,como para nos aquecermos.
Aqui não existe carros,motas,ruído sonoro,aqui tudo vive,e tudo nasce,dia após dia,isto sim é o paraíso terrestre! Kathowisk,Poland.

(Pedro Castro Poland - 03/09/1991)

Charro após charro,cada vez me sinto melhor,já não sinto o longe nem a distancia.
Ver o mar e o sol,sentir a água que me varre os pés,e lembrar-me que aprendi a ganhar e a perder.
---É difícil gostar-se de alguém em silencio---
Quando me sento,esperando que ela chegue,sem ter a certeza se ela realmente existe.
Talves tudo só passe de um sonho,de uma viajem,de uma realidade nula,de uma paranóia,ou de um incentivo para dar um pouco de alegria ao sentido vida!
Se um dia esse sonho se tornar realidade,então aí sim,já podemos voar com as assas da nossa imaginação e então já poderá haver o longe e a distancia,que se irá acentuar dia após dia.
O charro continua a rodar,ela olha para mim,com olhos de quem quer falar.
Olhos vivos,verdes,lindos como o mar,um olhar infinito,penetrante,que por vezes se torna assustador,assim como um onda inesperada e livre,que derruba o barco perdido na escuridão.
(Pedro Castro,Warszawa - 27/08/1991)

sábado, 7 de novembro de 2009

Quando tudo parece ser o que não é.


Quando o termo linguístico se torna cansativo,e os verbos mudam de sentido,quando me quero expressar sem o conseguir,aí sim,sei que nada sei,e que tudo o que pensei saber,se desmoronou na imperfeição dos factos!
-----Quando um Gato "mia" e um Cão "ladra",será que os dois se compreendem?
Ou também se confundem com a imperfeição dos factos?-----
Se é como realmente se diz,que existe um (.) universal na forma de viver e de nos expressarmos,porque será que existe a palavra morte?
-----AH!....AH!....AH!....,por esta é que não esperava!
Talves pelo facto das Anfetaminas e dos Cogumelos mágicos serem aqui em Warszawa,bem mais baratos que o Haxixe,eu tenha que descobrir uma maneira melhor,de me encontrar com o facto vida!
No seio da sua imperfeição.
(Pedro Castro,Poland - 26/08/1991)

O Silencio da Solidão.


Solidão imensa sem sentido e fim.
Solidão essa torturadora e muda.
Ouço o silencio assustador,não o compreendo mas sinto,é eterno e sem fim.
Não existe uma voz,ou um grito,nada! Simplesmente o silencio!
Silencio medonho,que amedrontas almas mortas e secas.
Silencio infinito que bate no meu cérebro.
Solidão que me mata aos poucos,sem palavras ou gestos,simplesmente só.
Casa enorme e vazia,seria tão bom ter uma companhia,um cão,gato,ou mesmo um passarinho!
Mas só tenho aranhas,mato-as mas elas continuam a aparecer. Vindas não sei de onde,simplesmente aparecem.
Parecem vermes esses malditos. ODEIO-ASSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.
(Pedro Castro - 08/10/1990)
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