sábado, 7 de novembro de 2009

O Silencio da Solidão.


Solidão imensa sem sentido e fim.
Solidão essa torturadora e muda.
Ouço o silencio assustador,não o compreendo mas sinto,é eterno e sem fim.
Não existe uma voz,ou um grito,nada! Simplesmente o silencio!
Silencio medonho,que amedrontas almas mortas e secas.
Silencio infinito que bate no meu cérebro.
Solidão que me mata aos poucos,sem palavras ou gestos,simplesmente só.
Casa enorme e vazia,seria tão bom ter uma companhia,um cão,gato,ou mesmo um passarinho!
Mas só tenho aranhas,mato-as mas elas continuam a aparecer. Vindas não sei de onde,simplesmente aparecem.
Parecem vermes esses malditos. ODEIO-ASSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.
(Pedro Castro - 08/10/1990)
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