
Charro após charro,cada vez me sinto melhor,já não sinto o longe nem a distancia.
Ver o mar e o sol,sentir a água que me varre os pés,e lembrar-me que aprendi a ganhar e a perder.
---É difícil gostar-se de alguém em silencio---
Quando me sento,esperando que ela chegue,sem ter a certeza se ela realmente existe.
Talves tudo só passe de um sonho,de uma viajem,de uma realidade nula,de uma paranóia,ou de um incentivo para dar um pouco de alegria ao sentido vida!
Se um dia esse sonho se tornar realidade,então aí sim,já podemos voar com as assas da nossa imaginação e então já poderá haver o longe e a distancia,que se irá acentuar dia após dia.
O charro continua a rodar,ela olha para mim,com olhos de quem quer falar.
Olhos vivos,verdes,lindos como o mar,um olhar infinito,penetrante,que por vezes se torna assustador,assim como um onda inesperada e livre,que derruba o barco perdido na escuridão.
(Pedro Castro,Warszawa - 27/08/1991)
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